quarta-feira, 23 de julho de 2008

sábado, 28 de junho de 2008

SISTERS OF MERCY-17 JULHO-VILA NOVA DE GAIA

A biografia da banda The Sisters of Mercy tem início em 1980 com Andrew Eldritch. O jovem era estudante de Letras (francês, alemão, italiano, galês, latim, russo e chinês) além de literatura francesa e alemã em Oxford. Andrew mudou-se para Leeds com o objetivo de estudar Chinês e Ciência Política. Foi morar num apartamento que ficava sobre uma farmácia da cidade. Certa vez, casualmente, encontrou uma bateria abandonada no porão da farmácia e decidiu estudar o instrumento por conta própria. Pouco tempo depois Andrew conheceu Gary Marx e descobriram que, além de morarem próximos um do outro, cultivavam as mesmas tendências musicais. Decidiram formar uma banda.

O nome The Sisters of Mercy foi escolhido a partir de uma música de Leonard Cohen, Sisters of Mercy. A música de Cohen fazia referência a um grupo de freiras católicas. Porém, esta letra é interpretativa e pode também fazer alusão às prostitutas. Ao escolherem este nome, Andrew e Gary interpretaram a segunda opção. Segundo Andrew, o comportamento das bandas de rock daquela época poderia ser associado à atividade das prostitutas. O nome The Sisters of Mercy seria uma ótima metáfora para a situação.

Inicialmente, a banda era formada apenas pela dupla Andrew e Gary. Com esta formação, de modo precário e com poucos recursos financeiros, a dupla gravou o primeiro trabalho. O single Damage Done foi lançado pelo próprio selo do grupo, Merciful Release. Não havia interesse das gravadoras e o recurso de criar um selo era mais viável. Este single trazia apenas três faixas, The Damage Done, Watch e Home of the Hitmen, foram prensadas 1000 cópias.

Apesar de soar cru, Damage Done já trazia as características que consagrariam a banda no futuro: bateria seca, baixo hipnótico, atmosfera opressiva, guitarras distorcidas e voz cavernosa. O single teve uma venda ínfima. Mas a dupla não desistiu.

No início de 1981, Andrew assume o vocal da banda e coloca uma bateria eletrônica, o famoso Doktor Avalanche. Além disso, Craig Adams (baixo) é convidado para integrar a banda e iniciar as apresentações ao vivo. A primeira apresentação ocorreu em fevereiro deste mesmo ano. Apesar do desentrosamento musical e das péssimas condições de som, o The Sisters of Mercy foi aplaudido. No final do ano, Benn Gun é recrutado como segundo guitarrista. Os covers dessa época já denunciavam as influências da banda: The Stooges, Velvet Underground, Rolling Stones e o próprio Leonard Cohen.

Com a formação mantida, a banda grava o segundo single, Body Electric, no qual está a clássica Adrenochrome. Este trabalho foi criticado pela imprensa local que o classificou como "voodoo-rock", mas foi bem aceito pelo público que começava a tomar conhecimento do The Sisters of Mercy. No decorrer do ano, a banda faz apresentações ao lado de Psychedelic Furs e é convidada a tocar na emissora BBC. Em novembro, dá início as gravações do terceiro single, Alice, com as faixas Alice e Floorshow.

Em 1983, o The Sisters of Mercy dá continuidade à turnê e em março lança o single Anaconda. Segue-se o lançamento do EP The Reptile House. A popularidade cresce e inicia-se uma turnê européia. Até que surge o primeiro show nos Estados Unidos e a oportunidade de gravar num estúdio sofisticado. Assim nasce o aclamado EP Temple of Love.

No ano seguinte, Benn Gun deixa a formação e é substituído por Wayne Hussey, ex-músico do Dead or Alive. Nesta mesma época, a banda assina contrato com a gravadora Elektra, um dos "tentáculos" da poderosa Warner. As apresentações seguem-se em diversos pontos da Europa e América. Outros singles são lançados e contribuem muito para a popularidade que crescia constantemente. Neste momento, os jovens ingleses dão início à preparação do primeiro álbum.

O primeiro álbum oficial foi lançado em 1985. First and Last and Always é para muitos fãs, o melhor trabalho do The Sisters of Mercy, incluindo a melhor formação que a banda já teve em sua história. Neste trabalho, Wayne destacou-se como principal compositor. Mas Andrew ainda era o mentor.

A partir deste momento, a banda entra numa fase muito atribulada. Na turnê de divulgação do disco, Gary e Andrew desentendem-se e Gary abandona a formação. Ainda, Wayne e Andrew, passam a disputar espaço. As composições de Wayne não agradam Andrew e as divergências pessoais e musicais intensificam-se e tornam-se insuportáveis. Dessa forma, na última data da turnê, no show do Royal Albert Hall, em Londres, Andrew despede-se do público e tudo indica que, naquele momento, terminava a trajetória do The Sisters of Mercy.

Sobre as divergências, Andrew chegou a declarar para imprensa: "Eles me perguntaram: O que vamos fazer pelas novas canções? Eu disse: Que tal isto, isto e isto? Mas, infelizmente, o primeiro ‘isto’ que eu citei tinha muitos acordes por minuto e Craig não quis tocá-lo". Hussey também disse: "A maioria das canções que estamos tocando no The Mission são canções rejeitadas por Eldritch para o segundo álbum dos Sisters. Isso é irônico, porque atualmente ele vê nossos shows e me diz o quão boas elas são".

Após este fato, transcorreram-se cinco anos de rivalidade e disputas jurídicas. Em princípio ambas as partes concordaram que não usariam o nome The Sisters Of Mercy. Porém, Hussey e o baixista Graig Adams deram continuidade na carreira e gravaram algumas demos que não obtiveram sucesso entre as gravadoras. Assim, a dupla decide usar um nome que, de certa forma, os associassem ao The Sisters of Mercy.

O nome escolhido era The Sisterhood e a dupla chegou, algumas vezes, a se apresentar ao vivo. Por outro lado, Andrew Eldritch sentiu-se lesado ao ver que o antigo companheiro havia "quebrado o acordo de cavalheiros". Além disso, Sisterhood também era o nome do fã clube do The Sisters of Mercy. Assim, Andrew rapidamente registrou o nome e em seguida lançou um single, Givin Ground, e um álbum, Gift (Veneno, em alemão), no qual se encarregou apenas da programação eletrônica. Este trabalho contou com alguns convidados como Patrícia Morrison (que chegou a compor uma formação do The Sisters), Alan Veja, Lucas Fox e James Ray. A disputa pelo nome terminou nos tribunais e a dupla Hussey e Graig teve de batizar sua nova banda como The Mission.

A banda The Sisters of Mercy com sua nova formação, com Andrew, a baixista Patricia Morrison e Doktor Avalnche, voltou à ativa em 1987, com o álbum Floodland. Com um estilo diferenciado dos anteriores, este disco emplacou clássicos como Dominion, Mother Rússia e This Corrosion, que chegaram a ocupar as primeiras posições na parada de sucessos norte-americana. Ainda foram incluídas como bônus, Torch e Colours, originalmente lançadas em Gift. Mas a faixa de maior destaque foi 1959 (ano de nascimento de Andrew Eldritch). Esta música foi uma sugestão de uma fã a Andrew, de compor uma balada de voz e piano.

Em 1988, são lançados dois singles: Dominion e Lucretia My Reflection. O álbum Floodland vende mais de 200 mil cópias na América. No ano de 1990 ocorreu o lançamento de Vision Thing. Este disco é definido como o encontro do Gothic Rock com o Hard Rock. Um dos destaques deste trabalho é a penúltima faixa, More. Nesta época, a formação era, além de Andrew e Doktor Avalanche, Tim Bricheno (guitarra), Andréas Bruhn (guitarra) e Tony James (baixo). Foi com esta formação neste mesmo ano que a banda apresentou-se no Brasil, passando por Porto Alegre, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo.

Logo após o lançamento do álbum e a turnê, o The Sisters of Mercy entra em conflito com a gravadora. Nos anos seguintes foram lançadas apenas duas coletâneas: Some Girls Wander By Mistake e A Slight Case of Overbombing, esta no estilo "Grandes Sucessos", que também incluía a inédita Under The Gun, faixa que originalmente faria parte da trilha sonora do filme O Corvo. A banda segue em turnê e alguns integrantes criam projetos paralelos.

Nesta época, Andrew declarou que um novo trabalho seria feito apenas quando o embate com a gravadora estivesse concluído. Mas o contrato exigia que mais um disco fosse lançado. Após cinco anos de disputa encontrou-se um acordo e foi lançado em 1997 o Screw Shareholder Value: Go Figure (SSV). Andrew definiu o estilo como "música eletrônica sem bateria". Este disco foi propositalmente mal feito com a intenção de cumprir e encerrar o contrato com a gravadora.

Nas excursões mais recentes, surgiram novas músicas como Romeo Down, Summer, Will I Dream, (We are the same) e Suzanne, que podem compor um novo lançamento. Mas, por enquanto, são apenas rumores. Atualmente, a formação é Andrew Eldritch (vocais), Adam Pearson (guitarra e backing vocals), Chris Sheehan (guitarra e backing vocals) e o inabalável Doktor Avalanche (bateria).

Em 25 anos de carreira, a banda atravessou diversas fases distintas com formações variadas. Por isso, torna-se difícil incluir o The Sisters of Mercy dentro de um rótulo musical ou enquadrá-los e associá-los à uma determinada época. Mas, devido ao som atmosférico, das referências sombrias aos rituais e símbolos esotéricos, alguns consideram o TSoM como uma típica banda gótica dos anos 80. No mais, cabe aos fãs e leigos cultuarem uma das mais prósperas bandas que surgiu nas últimas décadas.

The Sisters of mercy - Temple of love

The Sisters of Mercy UMA VERDADEIRA OBRA DE ARTE ,FOI COM ESTA MUSICA QUE COMECEI A ADORAR ESTA BANDA

The Sisters Of Mercy - First and Last and Always

The Sisters of Mercy "Black Planet"

The Sisters of Mercy -- Lucretia, My Reflection

The Sisters of Mercy -- More

Sisters Of Mercy - This Corrosion

segunda-feira, 23 de junho de 2008

ALGUEM SABE?

domingo, 22 de junho de 2008

quinta-feira, 19 de junho de 2008

TUDO LA DENTRO

VAI PARA A RUA ESTA NOITE

VE A EXPLICAÇÃO AQUI

quarta-feira, 18 de junho de 2008

quarta-feira, 28 de maio de 2008

ESTE MÊS FIZ UMA RETROSPECTIVA POR ALGUNS TIPOS DE DANÇAS ESCOLHAM O VOSSO.
ARRISQUEM.HOJE EM DIA AS PESSOAS TEM MEDO OU VERGONHA DE DANÇAR , SORRIR , DAR UMAS PIADAS EM PUBLICO COMO SE FOSSE ALGO DE VERGONHOSO OU QUE DENEGRISSE A SUA IMAGEM,POUPEM ME DEIXEM-SE DE FALSOS MORALISMOS CURTAM A VIDA,CAMBADA DE MARICONSOS IGNORANTES E ANORMAIS,É QUE AINDA O QUE MAIS ME ENERVA É QUE OLHAM DE MODO ESTRANHO QUANDO UMA PESSOA SE ATREVE A DIVERTIR SE ATREVE...MEU DEUS QUE HORROR OLHEM SÓ NAO TEM STATUS DE CERTEZA QUE É POBRE OU ANALFABETA OU AS VEZES OFENSAS MAIS GRAVES SO PORQUE UMA PESSOA É DIFERENTE E GOSTA DE SE DIVERTIR.CURTAM A VIDA SEM OFENDER OS OUTROS É CLARO CAGUEM -SE PARA O MUNDO E SEJAM FELIZES E TEMTEM FAZER ALGUEM FELIZ

E ISTO TENTEM FAZER...

cha cha slide JA DANÇARAM ISTO?PARECE FACIL?

LA CUMPARSITA

E DEPOIS VEM ESTA MERDA

SIM PORQUE NUNCA MAIS ME VOU ESQUECER QUE PARA NÃO SER JA SUFICIENTE O FACTO DESTA BOSTA ESTAR SEMPRE A DAR NA RADIO NOS TRANSPORTES PUBLICOS NOS BARES NAS DISCOTECAS NAS CASAS DE BANHO NOS RESTAURANTES E ATE NA PORCARIA DA SEGURANÇA SOCIAL FUI UMA CERTA NOITE A UMA FEIRA DE UMA PORCARIA DE UMA TERRIOLA E FUI ANDAR NUM DAQUELES CARROSSEIS QUE NAO TEEM LICENÇA E O SENHOR INDICOU ME UM LUGAR PARA ME SENTAR E DEU INICIO Á "VOLTINHA" QUE DEVERIA DURAR 1 MINUTO.MAS NÃAAAAAAAAAAO DEMOROU 8 OU 9 MINUTOS O QUE SERIA MUITO BOM TIRANDO O FACTO QUE A SEGURANÇA DA CADEIRA ESTAVA PARTIDA E ENQUANTO FICAVA DE CABEÇA VIRADA PARA BAIXO A QUALQUER INSTANTE A MORTE CHEGAVA ATÉ MIM.E EIS QUE A PUTA DA MUSICA DESTAS VACAS NÃO PARAVA DE TOCAR INETERRUPTAMENTE DURANTE TODA A VIAGEM.

Las-Ketchup-Asereje

E ESTA QUEM NÃO SE LEMBRA QUANTO MAIS NÃO SEJA PORQUE DE 1068 VEZES POR DIA NA RADIO

DEPOIS TEMOS UM CLASSICO

Wesley Snipes Patrick Swayze John Leguizamo VEJAM ESTE FILME NAO SERAO MENOS HOMENS POR ISSO

ASSI É QUE É HOMENS SAIAM DO ARMARIO

The Village People - YMCA (Video) Classic Disco

NUNCA ME ENGANARAM MAS ACHO MUITO BEM ,APROVEITAR A VIDA É O MEU LEMA

ASSIM É QUE É

QUEM PODE IGNORAR O CHARME DO STICK MAN...

ISTO É QUE SÃO HOMENS,Á POIS É EXPERIMENTEM DE SALTOS ALTOS E CALÇAS JUSTAS ATE AOS SOVACOS...NÃO É PARA TODOS

CADA UM NA SUA E NINGUEM TEM NADA A VER COM ISSO

ALEGRIA NO TRABALHO

domingo, 25 de maio de 2008

O MATERIAL TEM SEMPRE RAZAO

HOMENS...

UM BOM SITIO PARA PASSAR ALGUMAS HORAS