Pois é...á muito tempo que este blog está na mesma, sem novidades,sem movimento,sem dar sinal de vida...mas foi porque fui de férias,mas voltei...e com novidades mas...só apartir do fim de semana,por isso vão ter de esperar mais uns dias.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
SERIAL KILLERS
BEM ESTA SEMANA VOU PRESTAR UMA PEQUENA HOMENAGEM AQUELES QUE SE PASSARAM POR COMPLETO,NÃO PASSAM DE UNS FRAQUINHOS QUE NÃO AGUENTARAM A PRESSÃO DOS NOSSOS DIAS...BEM SEI QUE NÃO É FÁCIL,8 HORAS DE TRABALHO DIÁRIO,OS AUMENTOS QUE TEIMAM EM NÃO CHEGAR,PATRÕES QUE NOS LEVAM Á LOUCURA,OS FILHOS A CHORAR CONSTANTEMENTE,A MULHER A QUEIXAR-SE QUE NÃO TEM TEMPO PARA ELA...ENFIM,FAÇAM UM ESFORÇO PARA NÃO FICAREM COMO ELES,FAÇAM UM ESFORÇO PARA NAO CHACINAR O VIZINHO DO LADO QUE INSISTE EM OCUPAR O NOSSO LUGAR NA GARAGEM,NÃO MATEM ...A SÉRIO NÃO MATEM A CABRA DA VIZINHA QUE ESTÁ SEMPRE A QUEIXAR-SE DO BARULHO QUE FAZEMOS,NÃO PONHAM ÓLEO NOS DEGRAUS DO PRÉDIO,NÃO USEM AS VOSSAS PRESSÕES DE AR NO CARTEIRO,NÃO EMPURREM SEM QUERER AS VOSSAS SOGRINHAS,NÃO SUFOQUEM AS VOSSAS MULHERES SEM QUERER COM A ALMOFADA...PRONTO A IDEIA É EVITAREM SENTAREM-SE NA CADEIRINHA QUE DÁ CHOQUES...OU A PICA QUE NÃO É DE PENICILINA NÃO SEI SE SABEM.BOM PARA TERMINAR...SEJAM FELIZES,SEJAM AMIGUINHOS...VÁ...NADA DE SANGUINHO,NEM ESVENTRAMENTOS,ESPANCAMENTOS ETC...ETC...AMIGUINHOS VÁ LÁ VER.
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E AGORA DIRECTAMENTE DA CAPITAL DO MÓVEL...CAMINHAS ESTILO LUIS XVI
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SÃO BOA GENTE SENHORES...SÃO BOA GENTE,TEMOS É DE SABER LIDAR COM ELES
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segunda-feira, 4 de agosto de 2008
sábado, 26 de julho de 2008

Um zumbi, grafado como zombi e zombie (em frances, no Haiti) é tradicionalmente um morto-vivo que foi associado erroneamente ao Vudu, crença espiritual do Caribe. O conceito do zumbi serve também como referência à servidão ou desgaste físico e doença.
Esta criatura é um ser humano dado como morto que, segundo a crença popular foi posteriormente desenterrado e reanimado por meios desconhecidos. Devido a ausência de oxigênio na tumba, os mortos vivos seriam reanimados com morte cerebral e permaneceriam em estado catatônico criando insegurança e medo nos vivos. Como exemplo desses meios pode-se citar um ritual necromântico, realizado com o intuito maligno de servidão ao seu invocador.
A figura dos zumbis ganhou destaque um gênero de filme de terror no qual essas criaturas manifestam apetite pela carne humana (canibalismo); nesse caso, o termo morto-vivo (do inglês living-dead), é muito usado.
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PARA QUEM TEM UM EM CASA AQUI PODE CONHECER A SUA DIETA...QUEM É AMIGA QUEM É?
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ESTE MÊS VOU-ME DEDICAR AOS ZOMBIES,MORTOS-VIVOS,ENFIM O QUE LHES QUISEREM CHAMAR,POIS ACHO QUE NÃO LHES PRESTAM A ATENÇÃO MERECIDA,TAMBEM SÃO GENTE UMA MINORIA MAS TAMBEM CÁ ANDAM.AQUI FICAM UNS MANUAIS DE SOBREVIVÊNCIA E ALGUMAS CURIOSIDADES...
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quarta-feira, 23 de julho de 2008
sábado, 28 de junho de 2008
SISTERS OF MERCY-17 JULHO-VILA NOVA DE GAIA
A biografia da banda The Sisters of Mercy tem início em 1980 com Andrew Eldritch. O jovem era estudante de Letras (francês, alemão, italiano, galês, latim, russo e chinês) além de literatura francesa e alemã em Oxford. Andrew mudou-se para Leeds com o objetivo de estudar Chinês e Ciência Política. Foi morar num apartamento que ficava sobre uma farmácia da cidade. Certa vez, casualmente, encontrou uma bateria abandonada no porão da farmácia e decidiu estudar o instrumento por conta própria. Pouco tempo depois Andrew conheceu Gary Marx e descobriram que, além de morarem próximos um do outro, cultivavam as mesmas tendências musicais. Decidiram formar uma banda.
O nome The Sisters of Mercy foi escolhido a partir de uma música de Leonard Cohen, Sisters of Mercy. A música de Cohen fazia referência a um grupo de freiras católicas. Porém, esta letra é interpretativa e pode também fazer alusão às prostitutas. Ao escolherem este nome, Andrew e Gary interpretaram a segunda opção. Segundo Andrew, o comportamento das bandas de rock daquela época poderia ser associado à atividade das prostitutas. O nome The Sisters of Mercy seria uma ótima metáfora para a situação.
Inicialmente, a banda era formada apenas pela dupla Andrew e Gary. Com esta formação, de modo precário e com poucos recursos financeiros, a dupla gravou o primeiro trabalho. O single Damage Done foi lançado pelo próprio selo do grupo, Merciful Release. Não havia interesse das gravadoras e o recurso de criar um selo era mais viável. Este single trazia apenas três faixas, The Damage Done, Watch e Home of the Hitmen, foram prensadas 1000 cópias.
Apesar de soar cru, Damage Done já trazia as características que consagrariam a banda no futuro: bateria seca, baixo hipnótico, atmosfera opressiva, guitarras distorcidas e voz cavernosa. O single teve uma venda ínfima. Mas a dupla não desistiu.
No início de 1981, Andrew assume o vocal da banda e coloca uma bateria eletrônica, o famoso Doktor Avalanche. Além disso, Craig Adams (baixo) é convidado para integrar a banda e iniciar as apresentações ao vivo. A primeira apresentação ocorreu em fevereiro deste mesmo ano. Apesar do desentrosamento musical e das péssimas condições de som, o The Sisters of Mercy foi aplaudido. No final do ano, Benn Gun é recrutado como segundo guitarrista. Os covers dessa época já denunciavam as influências da banda: The Stooges, Velvet Underground, Rolling Stones e o próprio Leonard Cohen.
Com a formação mantida, a banda grava o segundo single, Body Electric, no qual está a clássica Adrenochrome. Este trabalho foi criticado pela imprensa local que o classificou como "voodoo-rock", mas foi bem aceito pelo público que começava a tomar conhecimento do The Sisters of Mercy. No decorrer do ano, a banda faz apresentações ao lado de Psychedelic Furs e é convidada a tocar na emissora BBC. Em novembro, dá início as gravações do terceiro single, Alice, com as faixas Alice e Floorshow.
Em 1983, o The Sisters of Mercy dá continuidade à turnê e em março lança o single Anaconda. Segue-se o lançamento do EP The Reptile House. A popularidade cresce e inicia-se uma turnê européia. Até que surge o primeiro show nos Estados Unidos e a oportunidade de gravar num estúdio sofisticado. Assim nasce o aclamado EP Temple of Love.
No ano seguinte, Benn Gun deixa a formação e é substituído por Wayne Hussey, ex-músico do Dead or Alive. Nesta mesma época, a banda assina contrato com a gravadora Elektra, um dos "tentáculos" da poderosa Warner. As apresentações seguem-se em diversos pontos da Europa e América. Outros singles são lançados e contribuem muito para a popularidade que crescia constantemente. Neste momento, os jovens ingleses dão início à preparação do primeiro álbum.
O primeiro álbum oficial foi lançado em 1985. First and Last and Always é para muitos fãs, o melhor trabalho do The Sisters of Mercy, incluindo a melhor formação que a banda já teve em sua história. Neste trabalho, Wayne destacou-se como principal compositor. Mas Andrew ainda era o mentor.
A partir deste momento, a banda entra numa fase muito atribulada. Na turnê de divulgação do disco, Gary e Andrew desentendem-se e Gary abandona a formação. Ainda, Wayne e Andrew, passam a disputar espaço. As composições de Wayne não agradam Andrew e as divergências pessoais e musicais intensificam-se e tornam-se insuportáveis. Dessa forma, na última data da turnê, no show do Royal Albert Hall, em Londres, Andrew despede-se do público e tudo indica que, naquele momento, terminava a trajetória do The Sisters of Mercy.
Sobre as divergências, Andrew chegou a declarar para imprensa: "Eles me perguntaram: O que vamos fazer pelas novas canções? Eu disse: Que tal isto, isto e isto? Mas, infelizmente, o primeiro ‘isto’ que eu citei tinha muitos acordes por minuto e Craig não quis tocá-lo". Hussey também disse: "A maioria das canções que estamos tocando no The Mission são canções rejeitadas por Eldritch para o segundo álbum dos Sisters. Isso é irônico, porque atualmente ele vê nossos shows e me diz o quão boas elas são".
Após este fato, transcorreram-se cinco anos de rivalidade e disputas jurídicas. Em princípio ambas as partes concordaram que não usariam o nome The Sisters Of Mercy. Porém, Hussey e o baixista Graig Adams deram continuidade na carreira e gravaram algumas demos que não obtiveram sucesso entre as gravadoras. Assim, a dupla decide usar um nome que, de certa forma, os associassem ao The Sisters of Mercy.
O nome escolhido era The Sisterhood e a dupla chegou, algumas vezes, a se apresentar ao vivo. Por outro lado, Andrew Eldritch sentiu-se lesado ao ver que o antigo companheiro havia "quebrado o acordo de cavalheiros". Além disso, Sisterhood também era o nome do fã clube do The Sisters of Mercy. Assim, Andrew rapidamente registrou o nome e em seguida lançou um single, Givin Ground, e um álbum, Gift (Veneno, em alemão), no qual se encarregou apenas da programação eletrônica. Este trabalho contou com alguns convidados como Patrícia Morrison (que chegou a compor uma formação do The Sisters), Alan Veja, Lucas Fox e James Ray. A disputa pelo nome terminou nos tribunais e a dupla Hussey e Graig teve de batizar sua nova banda como The Mission.
A banda The Sisters of Mercy com sua nova formação, com Andrew, a baixista Patricia Morrison e Doktor Avalnche, voltou à ativa em 1987, com o álbum Floodland. Com um estilo diferenciado dos anteriores, este disco emplacou clássicos como Dominion, Mother Rússia e This Corrosion, que chegaram a ocupar as primeiras posições na parada de sucessos norte-americana. Ainda foram incluídas como bônus, Torch e Colours, originalmente lançadas em Gift. Mas a faixa de maior destaque foi 1959 (ano de nascimento de Andrew Eldritch). Esta música foi uma sugestão de uma fã a Andrew, de compor uma balada de voz e piano.
Em 1988, são lançados dois singles: Dominion e Lucretia My Reflection. O álbum Floodland vende mais de 200 mil cópias na América. No ano de 1990 ocorreu o lançamento de Vision Thing. Este disco é definido como o encontro do Gothic Rock com o Hard Rock. Um dos destaques deste trabalho é a penúltima faixa, More. Nesta época, a formação era, além de Andrew e Doktor Avalanche, Tim Bricheno (guitarra), Andréas Bruhn (guitarra) e Tony James (baixo). Foi com esta formação neste mesmo ano que a banda apresentou-se no Brasil, passando por Porto Alegre, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo.
Logo após o lançamento do álbum e a turnê, o The Sisters of Mercy entra em conflito com a gravadora. Nos anos seguintes foram lançadas apenas duas coletâneas: Some Girls Wander By Mistake e A Slight Case of Overbombing, esta no estilo "Grandes Sucessos", que também incluía a inédita Under The Gun, faixa que originalmente faria parte da trilha sonora do filme O Corvo. A banda segue em turnê e alguns integrantes criam projetos paralelos.
Nesta época, Andrew declarou que um novo trabalho seria feito apenas quando o embate com a gravadora estivesse concluído. Mas o contrato exigia que mais um disco fosse lançado. Após cinco anos de disputa encontrou-se um acordo e foi lançado em 1997 o Screw Shareholder Value: Go Figure (SSV). Andrew definiu o estilo como "música eletrônica sem bateria". Este disco foi propositalmente mal feito com a intenção de cumprir e encerrar o contrato com a gravadora.
Nas excursões mais recentes, surgiram novas músicas como Romeo Down, Summer, Will I Dream, (We are the same) e Suzanne, que podem compor um novo lançamento. Mas, por enquanto, são apenas rumores. Atualmente, a formação é Andrew Eldritch (vocais), Adam Pearson (guitarra e backing vocals), Chris Sheehan (guitarra e backing vocals) e o inabalável Doktor Avalanche (bateria).
Em 25 anos de carreira, a banda atravessou diversas fases distintas com formações variadas. Por isso, torna-se difícil incluir o The Sisters of Mercy dentro de um rótulo musical ou enquadrá-los e associá-los à uma determinada época. Mas, devido ao som atmosférico, das referências sombrias aos rituais e símbolos esotéricos, alguns consideram o TSoM como uma típica banda gótica dos anos 80. No mais, cabe aos fãs e leigos cultuarem uma das mais prósperas bandas que surgiu nas últimas décadas.
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Darklady
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